segunda-feira, 25 de outubro de 2010

1D - 1ª atividade (preparatória para o debate)

Esta atividade pode ser realizada em dupla ou trio.
Conversem com alguém, com idade a partir de 30 anos, sobre como era ser adolescente na época de juventude dessa pessoa. Usem as seguintes perguntas abaixo como base para a entrevista. Entretanto, vocês podem modificá-las, acrescentar mais em sua lista, dependendo de como acontecer a conversa ou do que tiverem curiosidade em saber.
1)      Qual era seu maior sonho nessa época? Conseguiu realizá-lo?
2)      O que mais lhe preocupava? Fatos que ocorriam com você ou com outras pessoas?
3)      Como era o relacionamento com seus pais ou familiares: havia conversa (tente lembrar o assunto mais comum) ou a cobrança e as ordens eram mais frequentes?
4)      O que lhe era proibido fazer? Em caso de desobediência, o que acontecia?
5)      Nas conversas entre amigos, falava-se mais em namoro, estudo ou outros “lances”? Como eram as festas?
6)      O que você pensa sobre a situação do povo brasileiro de hoje? Ele tem alguma responsabilidade por isso? Por quê?
OU
7)      Existe algo que você, quando era jovem não fez, e que acredita que os jovens de hoje deveriam se preocupar em fazer? O quê?
Tentem durante a conversa, anotar o que for mais importante. Deixem o entrevistado falar à vontade, para isso, agendem uma data e horário em que a conversa possa acontecer sem pressa. Depois, façam um relato de como aconteceu a entrevista e quais foram as respostas e postem nesta página do blog (no período de 10/11 a 15/11/2010).
Lembrem-se de anotar o nome do entrevistado, idade, ano de nascimento e a data da entrevista (usem isso para fazer o cabeçalho do texto).
O objetivo desta atividade é identificar como pensavam e agiam os “jovens de antigamente”.
Vocês agora são os repórteres, rumo a uma grande investigação!

7 comentários:

  1. Em 09 de novembro de 2010, nós entrevistamos Valdirene, nascida em 15 de agosto de 1974.
    Ela conta que seu maior sonho na época era estudar e se formar pra ter um bom emprego, só que infelizmente, ela não conseguiu realizá-lo. Mas com o pouco que aprendeu conseguiu passar em um concurso público.
    Ela relata que a única preocupação que tinha era com a morte de sua mãe. O relacionamento com os pais era de muito respeito, tanto os filhos mais velhos como os mais novos tinham que pedir benção aos pais, as crianças não podiam participar das conversas dos adultos por isso quase não havia diálogo; mas a única cobrança imposta e exigida era ser uma boa aluna e não pegar nada alheio.
    Durante sua infância, era proibido falar de sexo ou de namoro e em caso de desobediência, havia punição severa. As conversas entre amigos não existiam porque menina brincava com menina e menino com emnino. Ela conta também, que não teve muito tempo para brincar,pois começou a trabalhar aos nove anos de idade. Quando não estava trabalhando na casa de algûém, estava ajudando a mãe nos serviços domésticos. Festa? Enquanto morava com a mãe, nunca foi a uma festa, mesmo porque menores de 18 anos não podiam frequentar nenhuma festa.
    Para finalizar ela deixa um recado para jovens de hoje que não pensam no futuro:
    "Os jovens de hoje deveriam se preocupar em não fugir dos assuntos de Deus e mante-lo sempre no coração, procurando também uma boa educação porque não adianta nada ter uma formação se você vai usá-la para práticas ilícitas. Então tem mais é que estudar para adquirir conhecimento pra prática do bem."

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  2. Letícia Maria, Patrícia Sousa e Karina - 1°D disse...
    Em 12 de novembro de 2010, nos entrevistamos Aldagiza Lopes de carvalho Moraes nascida em 27 de novembro de 1952.
    O maior sonho era ter uma boa profissão, para dar o futuro melhor a sua família; Mais a vida não lhe favoreceu essa oportunidade ,de um bom serviço mais não desistiu.
    Na época ocorria serviço só de lavradora e não tinha muitas oportunidade, depois de um bom tempo vinham para a cidade para obter um estudo melhor.
    Antigamente as regras eram os pais conversava muito pouco com os filhos e os filhos não podia entra na conversa dos adultos, as ordens eram muito severas,estudava ,cuidava da casa e ainda ajudava na roça.
    Quando faziam algum errado bastava uma olhada do pai já sabia que iria ser chamado a, sua atenção e até mesmo castigado.
    As conversas eram muito simples não podia falar em namoro de forma alguma .
    Quando faziam festa era muito bom, animada e podia dança com todo respeito, só não podia sai do salão sozinha só com a mãe.
    Quando era jovem não tive a oportunidade de conversa com meus pais, para obter alguma informação sobre o que era realmente á vida que todo filho tem que saber.
    No mundo de hoje os filho conversa com os pais e tudo que pergunta sempre tem uma boa resposta e dialogo é essencial entre pais e filhos.

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  3. Beatriz, Fernanda e Sebastiana 1º "D" Turno : vespertino16 de novembro de 2010 às 15:10

    Em 31/10/2010, nós entrevistamos: MARIA DINALMIR TRINDADE ela possui 36 anos, nascida em 1974. Ela diz que seu maior sonho era ter sua casa própria, pois vivia de favor, trabalhando para ter comida e moradia, mas depois de muito tempo conseguiu realizá-lo, por isso sua maior preocupação era se ficasse morando com sua mãe, pois já vivia nas casas, sofrendo junto a ela. Se ela moresse ficaria pior, porque as pessoas iriam explorar mais o seu trabalho.Isso era um fato que ocorria muito, o trabalho de criança e adolescente em casa de pessoas mais rica, nas roças, etc. Naquela época segundo a nossa entrevistada, não havia muita conversa entre pais e filhos. A convivência até que era boa,mas a conversa não existia,eles davam a ordem,caso não obedecesse caía na taca, nada de conversa, mas as cobranças era frequente pra dona Maria estudar, para arrumar um bom emprego, para isso tinha que estudar muito, então sua mãe lhe proibia de namorar. Caso ela desobedecesse, apanhava mas mesmo assim não estudou quando adolescente, pois vivia que nem cigano de cidade em cidade.Como vivia trabalhando, a sua única diversão era as festas onde dançavam,brincavam e aproveitava para conversar com seus amigos sobre namoro, trabalho,como andava a vida,etc. A única coisa que ela diz ter se arrependido, é não ter estudado.Por isso ela incentiva os seus filhos e todos os jovens a estudar, aproveitar a vida sem uso de coisa ilegais.

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  4. Solange,Orleide,Carleia e Ismael 1ºano D16 de novembro de 2010 às 15:14

    Anônimo disse: Em 10/11/2010,nós entrevistamos dona Mª De jesus de 40 ano, nascida em 1969. Ela disse que o seu maior sonho era termina seus estudos,mais não conseguiu realiza-lo,porque na época seus pais não deram oportunidade para ela termina.O que mais lhe preocupava era em ter um futuro brilhante;não casar antes de terminar seus estudos!os fatos que mais ocorriam era que seus pais prendiam muito ela. O relacionamento dela era muito ruim, porque só havia conversa quando era para trabalhar, e a cobrança mais freqüente é que só podia namorar a partir dos 18 anos. Era proibido a namorar, e usar roupas curtas, e ir festa e dá pemba, se desse pemba quando chegassem em casa elas apanhariam. Em namoro;e nas festas quando iam, namoravam escondidos,mas se os pais soubessem elas apanhavam. Não,porque hoje já virou moda, ninguém não respeita,fazem o possível e o impossível. Sim,em terminar os meu estudos.OS jovens também deveriam se preocupar em terminar seus estudos e não entrar no mundo das drogas.

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  5. KELLY CRISTINA- ESTÃO DE PARABÉNS GOSTEI MUITO

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  6. Parabens pelas participações! Continuem com este empenho e nosso debate será maravilhoso.

    Obrigada pela participação, Kelly.

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  7. Venho esclarecer que, por motivos de problemas técnicos, o trabalho não foi concluído no blog e as demais participações aconteceram na própria sala de aula. Foram ótimas experiências e serviram para esclarecer o quanto os valores mudam e que concequências isto tem em nossa vida.

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